Amadora abre património histórico ao público em setembro
Visitas gratuitas, arqueologia, workshops de aguarela e botânica e uma nova exposição dedicada a Leitão de Barros fazem parte da programação de setembro do Museu da Amadora. Várias iniciativas exigem inscrição prévia e algumas integram as Jornadas Europeias do Património.

O Museu da Amadora preparou para setembro um programa que passa pela arqueologia, história, património e artes, com atividades distribuídas por vários espaços museológicos do concelho.
A programação arranca em destaque no dia 10 de setembro, às 18h00, com a inauguração da exposição temporária “Eu, Leitão de Barros”, na Casa Roque Gameiro. A mostra percorre as diferentes facetas de José Leitão de Barros, que se destacou no cinema, teatro, jornalismo, pintura, cenografia e arquitetura, abordando também a colaboração artística com Helena Roque Gameiro. A exposição poderá ser visitada até 18 de julho de 2027 e tem entrada livre.
Dois dias depois, a 12 de setembro, a arqueologia ganha protagonismo com a quinta edição do Open House Arqueologia. Entre as 10h00 e as 12h30 está prevista uma visita orientada à Villa Romana da Quinta da Bolacha e ao sítio do Moinho do Castelinho, incluindo a apresentação da chamada Dama Romana. A participação é gratuita.
Na mesma manhã, a Casa Roque Gameiro recebe um workshop e passeio com Fernanda Botelho, dedicado à identificação de plantas, árvores e ervas silvestres e aos respetivos usos medicinais e culinários. Haverá ainda dois workshops de aguarela e ilustração botânica com Catarina França, às 10h00 e às 15h00. Estas atividades são gratuitas, mas requerem inscrição.
As Jornadas Europeias do Património vão permitir conhecer outros espaços históricos da Amadora. A 19 de setembro haverá uma visita ao Moinho do Penedo, o único moinho de vento visitável no concelho, testemunho da atividade moageira que marcou a região.
Segue-se, a 23 de setembro, uma visita à Casa Roque Gameiro e à exposição “Eu, Leitão de Barros”. No dia 25, o percurso passa pelo Casal da Falagueira, um conjunto com origem no século XVI onde está também patente a exposição “Padre Himalaya – Visionário e Inventor”.
A programação termina a 26 de setembro com uma visita à Necrópole de Carenque, onde podem ser conhecidos três sepulcros coletivos escavados nos afloramentos calcários do Tojal de Vila Chã e descobertos, em 1932, pelo arqueólogo Manuel Heleno.
Além destas iniciativas, o Museu da Amadora mantém os programas “Museu em Ação” e “Venha conhecer os cantos à Casa”, com oficinas e visitas orientadas destinadas a escolas, instituições e grupos organizados.
As atividades assinaladas como gratuitas não têm custo, embora várias exijam inscrição prévia até 48 horas antes da realização. As restantes estão sujeitas às condições definidas pelo Museu da Amadora, podendo as reservas ser feitas através do email museu@cm-amadora.pt ou do telefone 214 369 090.
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